segunda-feira, 27 de abril de 2015

Dicas para a compra de seu imóvel

Vai comprar um imóvel? Confira abaixo otimas dicas do economista Luiz Calado.
1. Defina o tipo de imóvel que você pretende comprar
Qual é a primeira coisa que se deve fazer antes de comprar um imóvel? Se você respondeu que é sair e pesquisar, está totalmente errado. Depois de ver o imóvel dos sonhos, poucos se contentam com uma casa menor num bairro mais simples. Mesmo que a opção mais conservadora faça sentido, diante das possibilidades de comprometer a renda com entrada e prestações sem se endividar nos anos seguintes. Portanto, não se deixe seduzir por anúncios que prometem uma garrafa de uísque, um sorvete, um temaki ou qualquer coisa do gênero, para quem visitar um imóvel em lançamento. Um conselho: antes de ir às compras, pense bem em quanto você pode gastar.

2. Conheça seu limite de financiamento bancário
Imagine a seguinte situação: você passa seis meses procurando um imóvel, encontra um que lhe agrada, assina o compromisso de compra e venda, mas, quando vai ao banco pedir o empréstimo para fechar o negócio, descobre que não conseguirá o montante que desejava. Vai tudo por água abaixo. Para evitar a frustração, o melhor é saber quanto consegue financiar antes de fechar o negócio.

Se você pretende financiar a compra, procure fazer uma simulação de empréstimo para pagar sua casa nos bancos de sua preferência antes mesmo de começar a procurar. Ela se chama crédito pré-aprovado, e muitos bancos fazem isso para você, sem cobrar nada. Trata-se de uma forma simples de saber quanto de sua renda ficará comprometida com as parcelas. Depois disso, faça um teste: reserve o dinheiro que pretende usar para pagar o empréstimo todos os meses. Se sentir dificuldade, isso significa que deve financiar um valor menor, ou postergar ao máximo o prazo de pagamento (se já não estiver usando o limite), para reduzir o valor das prestações. Muita gente planeja a compra num bom momento financeiro, sem imaginar que dificuldades podem aparecer. Os rendimentos sobem e descem. Imprevistos, como doença na família ou perda de emprego, acontecem. Principalmente num momento em que a economia do país cresce menos. Sempre é bom ter uma sobra de caixa para atravessar o período difícil.

3. Conheça bem os custos envolvidos na transação
Converse com um bom agente imobiliário. Ele pode aconselhá-lo sobre todos os aspectos relacionados à compra de um imóvel, incluindo as despesas de compra e venda, como custos dos cartórios e imposto de transmissão de bens imobiliários (ITBI), que varia conforme o município.

Para evitar surpresas desagradáveis e despesas de reparação não previstas em seu orçamento, faça uma inspeção detalhada do imóvel, para verificar se está em boas condições mesmo, ou se só está bem na aparência. Leve em conta também se sua família crescerá ou diminuirá. Pensar no futuro evita que você tenha de vender a casa num curto espaço de tempo, para adequá-la ao novo tamanho de sua família. Ao comprar a casa própria, é importante pensar no que poderá acontecer ao menos nos próximos cinco anos.
4. Faça um roteiro antes de ir às compras
Para ir atrás do imóvel que você procura, siga um roteiro de três passos. Primeiro passo: a pesquisa à distância. Isso pode ser feito sem sair de casa. Pesquise na internet todos os detalhes do mercado em que está interessado. Procure os preços médios de imóveis no padrão e na região de seu interesse. Leve em conta também as propostas de desenvolvimento que possam afetar os preços (chegada do metrô, alteração do asfalto, alteração para zona comercial etc.). Esse é o momento de coletar todas as informações que puder, para depois poder checá-las pessoalmente.

O segundo passo é a pesquisa ao vivo. O ideal é circular pela região de sua preferência, conhecer os especialistas da área e conversar com corretores e proprietários. Nesse nível da pesquisa, você começa a confirmar as informações do passo anterior ou a corrigi-las, se necessário. Essa etapa é negligenciada pelos investidores em imóveis, mas é até mais importante que a anterior. Encha sua agenda de reuniões. É trabalhoso, mas pode ser divertido (e rentável também). Santos, no litoral de São Paulo, tem vários prédios com uma característica singular: são tão tortos que se pode notar a 800 metros de distância. Isso representa um problema também para os edifícios vizinhos e pode afetar os preços. É o tipo de detalhe que você só descobre se vai ao local pesquisar. Pode parecer estranho, mas muita gente compra um imóvel no escuro. Acontece muito com imóveis comprados por brasileiros em Miami. Vale reconsiderar essa estratégia de decidir à distância. Se você não tem tempo nem para ver o imóvel antes de fechar o negócio, será que terá oportunidade para usá-lo?
O terceiro passo é a avaliação propriamente dita. Depois de reunir todas as informações e de visitar a região (ou as regiões) de seu interesse, você precisa digerir tudo o que aprendeu. No último nível de pesquisa, você conversa com pessoas de sua confiança e discute suas descobertas com elas. Pode ser que elas tenham informações adicionais e destaquem outros aspectos que você pode ter deixado passar. Um segundo par de olhos é sempre bom para os negócios e investimentos imobiliários.
5. Procure ver o negócio com olhos de investidor
Para maximizar o sucesso no investimento imobiliário, você precisa agregar valor, seja na compra ou na propriedade em si. Isso permite uma valorização excepcional e é importante tanto para investidores frequentes quanto para quem apenas deseja comprar um cantinho para viver com dignidade. Esse conceito é uma premissa geral e já existe em muitas outras áreas, sobretudo em administração de empresas e na venda de serviços. Se você compra uma casa, pense que reformar a piscina, construir um gazebo ou instalar uma sauna aumentam o valor do imóvel para sempre. No caso de um apartamento, fechar a varanda ou montar uma cozinha planejada melhoram suas chances de passar a propriedade adiante em situação vantajosa.

Lembre-se também de que o mercado não subirá para sempre. O empreendimento imobiliário, como qualquer outro negócio, implica comprar na baixa e vender na alta, para obter um bom lucro. Saber quando comprar – ou vender – não é tão fácil quanto pode parecer à primeira vista.
6. A compra nem sempre é a melhor opção
A maioria das pessoas acha que comprar uma casa é a melhor coisa que pode fazer com a poupança. Isso não é uma verdade absoluta, principalmente se você agir com despreparo e na emoção. Se não está seguro sobre sua situação financeira nos próximos cinco anos, é melhor avaliar seriamente se a compra de um imóvel é mesmo a melhor escolha. De modo geral, a possibilidade de ter filhos ou a perspectiva de mudar de emprego, especialmente se noutra cidade ou noutro país, por menor que seja, pode significar que não é hora de partir para a compra. O melhor talvez seja pagar um aluguel, até que haja mais clareza sobre a questão.
7. Não acredite em todas as previsões
O investidor tem de escolher em quem acreditar. Algumas previsões sobre o comportamento do mercado imobiliário têm pouco a ver com a realidade e só interessam aos vendedores. Ao final de cada ano, a diferença entre o número real e as projeções para o crescimento econômico, a taxa de câmbio e a taxa de juros são grandes. No mercado imobiliário, não é diferente. Se um economista famoso recomendar a compra de imóveis, avalie se ele não andou prestando consultoria ou dando palestras para alguma incorporadora ou construtora.
8. Não tenha medo de perguntar o que não sabe
A primeira regra ao coletar informação é: não seja muito confiante. Não tenha receio de admitir que você não sabe tudo, pois pode estar errado. Evite negociar preços e outras condições num ambiente mais formal de trabalho. Quando as pessoas estão em seus ambientes de trabalho, são mais cuidadosas ao compartilhar informações. Tire-as de lá, e as informações fluirão mais livremente. Às vezes, basta pedir ao vendedor para encontrá-lo no restaurante mais próximo para uma xícara de café. Geralmente, isso quebra a tensão e permite que as informações fluam de maneira mais fácil.
9. Evite o confronto na negociação
Esse ponto é tão básico que se torna até embaraçoso escrever sobre ele. São frequentes os casos de negócios que não saem porque os envolvidos entraram em algum atrito. Ou não conquistaram a simpatia um do outro. As pessoas estão inclinadas a decidir a seu favor quando gostam de você. Isso não significa que quem compra ou vende um imóvel deve ser hipócrita. Os bons negociantes (profissionais ou amadores) apenas se saem bem nesse quesito, porque entenderam como as pessoas gostam umas das outras. Eles se colocam na posição de ser simpáticos e atraentes para os outros. Também estão mais dispostos a ouvir com calma e consideração os pontos de vista do outro, mesmo que, de início, não façam sentido ou não pareçam relevantes. Assim, aumentam as probabilidades de sucesso na negociação.
10. Saiba até onde você pode ir
Todo mundo sabe que reconhecer substância em vez de forma é vital quando avaliamos imóveis como investimentos. Mas o carisma importa. O erro mais comum na tentativa de persuadir é forçar uma das partes. Ninguém decidirá a seu favor com base na firmeza de seu tom de voz ou na dureza de sua postura. Mesmo a persuasão exige sutileza. É preciso equilibrar energia e compromisso. É bom partir do princípio de que as pessoas são espertas. Independentemente de quem você esteja persuadindo, essa pessoa consegue perceber quando você está ansioso, e a maioria reage negativamente à pressão. Elas decidirão a seu favor se acreditarem que tal decisão resultará a favor delas. Esse é o princípio mais básico da persuasão: as pessoas decidem de determinada maneira porque acreditam que sua ação ou decisão vai beneficiá-las. Enfim, uma negociação forçada é uma perda de tempo e de energia.
11. Não brigue contra os fatos
Se houver espaço para negociação direta com o vendedor, você pode dizer: “Sei que você está pedindo R$ 200 mil pelo imóvel e, com base em tudo o que sabe, parece ser um preço justo para você. Talvez você saiba algo que não sei. Com base nas pesquisas que fiz, acredito que deveríamos estar falando num valor por volta de R$ 160 mil”. Nesse ponto, o vendedor deve estar pensando: “Isso é ridículo. Jamais negociaria por esse preço, mas o sujeito parece sincero. O que tenho a perder se gastar mais um tempo negociando, para ver até quanto ele chega?”.

Uma maneira de lidar com situações em que os proprietários estabelecem um preço muito elevado para seu imóvel é falar para o corretor: “Nós dois sabemos que o imóvel não vale R$ 100 mil. Quando o vendedor cair em si, por favor, me ligue, pois gostei muito do imóvel. Quando o preço cair para R$ 85 mil, me avise para que possa me movimentar e fechar o negócio rapidamente”. É uma estratégia que pode funcionar, mas você tem de ficar em cima do corretor.
12. Formalize as decisões em e-mails (ou cartas)
Depois de iniciada uma negociação e antes da etapa de assinatura de contratos, aproveite para formalizar o que foi combinado verbalmente. Isso reduz ou elimina a discussão do tipo “eu disse, você disse” – e evita a oportunidade perdida ou o dano sofrido pela má condução das negociações. Nessa correspondência, procure realçar a especialidade de quem o assessorou (como o corretor), reafirmar seu entendimento sobre o assunto, os termos combinados e discutir a decisão que você planeja tomar. Isso tem três objetivos: 1) ajudar a construir seu relacionamento (todo mundo gosta de uma carta de agradecimento); 2) oferecer ao assessor a chance de corrigir algum erro dele ou uma falta de compreensão das duas partes; 3) confirmar o teor da negociação verbal, evitando o “esquecimento” de algum detalhe no futuro. 
* O economista Luiz Calado é autor dos livros Imóveis – Seu guia para fazer da compra e venda um grande negócio (Ed. Saraiva) e Fundos de investimento (Ed. Campus)

quinta-feira, 23 de abril de 2015

Compra de imóveis populares através do uso de Crédito Associativo


O que é
É uma linha de crédito para financiamento da produção de empreendimentos habitacionais, da reabilitação de empreendimentos urbanos e da produção de lotes urbanizados, com recurso do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço - FGTS, vinculada ao Programa de Carta de Crédito Associativo, com financiamento direto às pessoas físicas (beneficiário final), formalizado mediante parceria com uma Entidade Organizadora e interveniência de uma empresa do ramo da construção civil.

Objetivo
Criado pelo Conselho Curador do FGTS por meio de Resolução e regulamentado por instruções normativas emitidas pelo Gestor da Aplicação – Ministério das Cidades, com o objetivo de atender às necessidades habitacionais das famílias de baixa renda.

Origem do Recurso
Programa lastreado com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço – FGTS, para concessão de subsídio e de financiamento, sendo este último retornado ao Fundo mediante pagamento do principal e juros.

Modalidades (FGTS)
Aquisição de Terreno e Construção
Construção em Terreno Próprio
Produção de Lotes Urbanizados
Reabilitação de Empreendimentos Urbanos

Quem pode solicitar o financiamento
Entidades Organizadoras Públicas/Privadas e empresas do ramo da Construção Civil em geral (Cooperativas, associações, sindicatos, Poder Público Estadual e Municipal, companhias de habitação, Construtoras, Incorporadoras, entidades privadas sem fins lucrativos e outras pessoas jurídicas voltadas à produção de unidades habitacionais).
Os consórcios, por não terem personalidade jurídica, não podem atuar como Entidade Organizadora e nem como vendedor de terreno.
A Construtora pode ser a entidade Organizadora.

Condições para contratar o Financiamento
Aprovação da viabilidade técnica de engenharia do empreendimento.
Aprovação do projeto de trabalho técnico social para empreendimento que possua unidades no valor de até R$ 40.000,00.
Aprovação da análise jurídica do empreendimento, do terreno e das partes envolvidas (vendedores do terreno, construtora e entidade representativa).
Aprovação da análise de risco da construtora, do grupo empresarial e da entidade representativa.
Aprovação do cadastro da entidade organizadora (ou da construtora), bem como de risco de crédito, se empresa com fins lucrativos.
Aprovação do cadastro do vendedor do terreno, inclusive dos sócios/acionistas, no caso de pessoa jurídica.
Aprovação do crédito de, no mínimo, 30% dos beneficiários do total de unidades do empreendimento/módulo, antes da assinatura do contrato.
Contratação do Seguro Garantia Construtor – SGC e do Seguro de Risco de Engenharia - SRE, visando garantir a entrega da unidade pronta ao proponente.
A abertura das contas operação 003,012 e 022 forem comprovadas.

Gestão dos Recursos
Para viabilizar o empreendimento, a composição dos recursos necessários pode ser:
Obra executada
Frações ideais do terreno das unidades financiadas
Saldo dos financiamentos concedidos aos adquirentes
Recursos próprios da Pessoa Física
Recurso próprio da Pessoa Jurídica
Após a contratação do empreendimento, os recursos são liberados à Entidade Organizadora mensalmente, de acordo com o cronograma e após a comprovação da execução de obras pela Engenharia da CAIXA.
Visando a conclusão do empreendimento, os recursos necessários para finalização da obra permanecem sob gestão da CAIXA até o término da obra e legalização do empreendimento no Cartório de Registro de Imóveis.

Participantes e atribuições
Caixa Econômica Federal Como Agente Operador é a instituição responsável pela definição e divulgação dos procedimentos operacionais necessários à execução do Programa, pelo controle e acompanhamento da execução orçamentária e pelo repasse de informações ao Gestor da Aplicação e ao Conselho Curador do FGTS.
Como Agente Financeiro é a instituição financeira responsável pela análise, avaliação técnica, jurídica, social e econômica da proposta e contratação com os beneficiários finais, bem como pelo retorno dos recursos financiados e desembolsados, estabelecer parcerias com entidades, governamentais ou não, com atuação voltada ao setor habitacional, tais como as Companhias de Habitação e órgãos assemelhados, de forma a auxiliá-los no exercício de suas atribuições complementares;
Entidade Organizadora
É responsável pela organização do grupo de beneficiários e pela promoção e/ou produção das unidades, em intervenções sob a forma concentrada e tem, no mínimo, como atribuições a responsabilidade pela elaboração e estudo prévio de viabilidade dos projetos, a participação no investimento, financeira ou sob a forma de aporte de bens ou execução de serviços economicamente mensuráveis, o acompanhamento da execução das obras e serviços objeto dos contratos de financiamento; e a execução de trabalho de desenvolvimento comunitário junto aos beneficiários.
Agente Promotor – Governo do Estado, Prefeituras Municipais, COHAB e Órgãos Assemelhados
Responsável por promover ações necessárias à formação dos grupos organizados.
Empresa do setor da Construção Civil – Construtora
Responsável pela construção do empreendimento e pela entrega do imóvel no prazo contratado, de acordo com o projeto aprovado.

Público Alvo - Beneficiários Finais
Pessoas físicas com renda até R$5.400,00. São responsáveis por aportar os valores referentes à sua participação na operação e de cumprir as obrigações contratuais para o devido retorno do financiamento concedido pelos agentes.

Entidade Organizadora
Podem atuar como Entidade Organizadora:
Poder Público: Estadual e Municipal.
Cooperativas.
Associações.
Sindicatos.
Companhias de habitação.
Construtoras.
Incorporadoras
Entidades privadas sem fins lucrativos.
Sociedade de Propósito Específico - SPE
Pessoas jurídicas voltadas à produção de unidades.
Regimes de construção admitidos
A construção por meio de regimes de mutirão e autoconstrução, na execução do empreendimento, é permitida desde que haja mão-de-obra especializada e que tenha supervisão do responsável técnico da obra.
As operações enquadradas no PMCMV devem, obrigatoriamente, ter a participação de empresa do ramo da Construção Civil.
Avaliação do empreendimento
O empreendimento será avaliado sob os aspectos técnicos de engenharia, jurídico, social e econômico, com base na documentação a ser apresentada.

Custos das análises e dos Encargos
Na instrução da proposta
Tarifas de pesquisa cadastral;
Taxas de Cobertura de Custos (TCC) para a análise da proposta;
São devidas, também, tarifas para as análises específicas e necessárias à aprovação do empreendimento, cobradas de acordo com a tabela de tarifas, quais sejam:
Análise de Viabilidade Técnica do Empreendimento
Análise de Risco da Construtora
Avaliação do Projeto de Crédito Imobiliário – APCI ou Aprovação da avaliação de cálculo e utilização do Valor Potencial de Contratação – VPC.
À vista na contratação
TCCAV - Taxa de Cobertura de Custos à Vista, por contrato assinado, a título de cobertura de custos operacionais, inclusive na contratação de unidades complementares:
Cobrada no valor de R$200,00(duzentos reais).
Na fase de construção
Tarifa de Cobertura de Custos – TCCMO para acompanhamento da operação no valor de R$1.200,00 (em caso de recursos FGTS, limitado a 2% do valor do financiamento - VGV, mediante débito em conta), devida mensalmente, na data de aniversário do contrato, a título de ressarcimento de despesas/custos com vistorias/medição de obra;
Taxa de Cobertura de Custo – TCCRC para reformulação de cronograma, de acordo com a Tabela de Tarifas, mediante débito em conta, devida quando houver reformulação de cronograma, alterando os percentuais de obras originalmente contratados;
Seguro Garantia do Construtor (SGC) e Seguro de Riscos de Engenharia (SRE). Esses seguros deverão ser apresentados obrigatoriamente até a data de assinatura dos contratos com os beneficiários finais.

Prazos
Construção
O prazo de construção, contado a partir da data da primeira assinatura de contratos, é no mínimo de 2 meses e no máximo de 24 meses.
Amortização
Os prazos mínimos e máximos de amortização, contados a partir da data de assinatura do contrato, são definidos de acordo com a renda familiar do pretendente e com o tipo de garantia estipulada, sendo o mínimo de 120, podendo chegar a até 360meses.
Garantia
Hipoteca em primeiro grau, especial e sem concorrência, em garantia da dívida individualizada, com gravame sobre o terreno, respectivas benfeitorias ou alienação fiduciária à opção do proponente.
Fiança da Construtora, até a entrega do imóvel.

Funcionamento do financiamento da CAIXA
O financiamento é concedido diretamente ao beneficiário pessoa física, a partir de proposta aprovada pela CAIXA, na forma associativa, de acordo com as normas gerais do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço e/ou do Programa Minha Casa Minha Vida.
Depois da aprovação do empreendimento pela CAIXA, serão providenciadas as pesquisas cadastrais, as análises de capacidade de pagamento e as entrevistas com os beneficiários apresentados pela Entidade Organizadora, de acordo com a documentação pessoal e de renda.
A renda mensal pode ser composta por mais de um membro da família. Aprovados os cadastros das famílias, será marcada a data para a assinatura dos contratos de financiamento.

Trabalho Técnico-Social
São ações desenvolvidas com todas as famílias beneficiárias do Programa, por um Técnico Social, para:
Esclarecer o papel de cada beneficiário no Programa - direitos e obrigações;
Esclarecer as dúvidas acerca do Programa;
Orientar as famílias no acompanhamento das obras;
Auxiliar a formação da nova comunidade;
Auxiliar a construção de regras de convivência em grupo;
Auxiliar as famílias na recepção dos imóveis concluídos;
Organizar os grupos para ocupação das unidades;
Esclarecer o grupo sobre a correta ocupação do espaço físico, desenvolvendo atividades que auxiliem a ampliação da consciência dos participantes quanto à educação para o ambiente construído;
Auxiliar a formação das Comissões de Representantes e de Acompanhamento de Obras.

Fonte: CAIXA

quinta-feira, 16 de abril de 2015

Casas e apartamentos a venda com entrada facilitada e uso de seu FGTS

Alguns de nossos imóveis a venda podem parcelar a entrada até a entrega dos mesmos, outros imóveis também aceitam o FGTS com entrada.
Para parcelar a entrada o ideal é que não seja parcelada toda a entrada, mas até 50% do valor da mesma.
Para usar o FGTS como entrada você pode utiliza-lo desde como complemento, ou como valor total de entrada.
Acesse nosso site e escolha sua casa ou seu apartamento. Estamos a seu dispor.


quarta-feira, 15 de abril de 2015

Cartórios de Registro de Imóveis e de Notas de Fortaleza

Cartórios de Registro de Imóveis de Fortaleza


Cartório do 1º Ofício de Registro de Imóveis
Av. Antônio Sales, 2187 - 10º andar - Dionísio Torres
Fone: (85) 3261.7101
Ponto de Referência: esquina c/ Joaquim Nabuco

===============================================
Cartório do 2º Ofício de Registro de Imóveis
Rua Doutor José Lourenço, 870 - Meireles
Fone: (85) 3052.1900
Ponto de Referência: esquina c/ Costa Barros

===============================================
Cartório do 3º Ofício de Registro de Imóveis
Rua Joaquim Nabuco, 2336 – Dionísio Torres
Fone: (85) 3261.4870
Ponto de Referência: próximo a Rua Assis Chateaubriand

===============================================
Cartório do 4º Ofício de Registro de Imóveis
Rua Silva Paulet, 1180 - Aldeota
Fone: (85) 3224.6931
Ponto de Referência: entre as Ruas Torres Câmara e Av. Santos Dumont

===============================================
Cartório do 5º Ofício de Registro de Imóveis
Av. Barão de Studart, 330 - Meireles
Fones: (85) 3219.5050 / (85) 3219.9977
Ponto de Referência: em frente ao Palácio do Governo

===============================================
Cartório do 6º Ofício de Registro de Imóveis
Rua Tibúrcio Cavalcante, 900 - Aldeota
Fone: (85) 3268.1655
Ponto de Referência: entre Costa Barros e Pereira Filgueiras

Cartórios de Notas de Fortaleza


Cartório Pergentino Maia
Av. Pe Antonio Tomás, 920 - Aldeota
Fone: (85) 3304.9444

===============================================
Cartório Melo Junior
Rua Major Facundo, 660 - Centro
Fone: (85) 3252.921

===============================================
Cartório Morais Correia
Ru Major Facundo 67 - Cento
Fone: (85) 3464.5900

===============================================
Cartório Aguiar
Av. Desembargador Moreira, 1000 - A - Aldeota
Fone: (85) 3261.1951 / (85) 3224.6713

===============================================
Cartório Alexandre Rolim
Av Santos Dumont, 2677 - Aldeota
Fone: (85) 3264.3033

terça-feira, 14 de abril de 2015

Apartamento na Maraponga – Residencial Villa Torino

Apartamento na Maraponga – Residencial Villa Torino –  Qualidade de vida, segurança e tranquilidade. Condomínio com duas torres e 192 apartamentos.

Apartamentos por andar: 08 no 01º Andar, 10 do 02º ao 09º Andar e o 10º Andar com 06 (Tipo) e 02 (Coberturas Planas). 10 Pavimentos – Todas as Torres Possuem Apartamentos no Andar Térreo. O Último Andar Possui 02 Apartamentos com Terraço. Área do Empreendimento: 7.675,48m². Elevadores: 02 (Por Torre).

Solicite tabela ou agende uma visita: whatsapp 85 8667 8094





sexta-feira, 10 de abril de 2015

Financiamento imobiliário para você realizar o sonho da casa própria

Financiamento imobiliário para você realizar o sonho da casa própria, se você deseja comprar ou vender sua casa, apartamento, sitio ou terreno saiba que fazemos financiamento de imóveis pela CAIXA, BANCO DO BRASIL, BRADESCO.



quinta-feira, 9 de abril de 2015

A sua casa é seu reino...

Pouco importa o tipo de sua moradia, o que importa mesmo é que ela seja sua. Escolha o imóvel de acordo com suas necessidades: Casa grande com amplo espaço externo porque a familia é grande e tem cachorros ou apartamento pequeno e facil de limpar porque é só você e sua namorada. Seja o que for provavelmente nós temos ou o ajudaremos a encontrar.